Category: Tecnologia

  • Califórnia cria regras para IAs e proíbe recursos viciantes para menores

    Califórnia cria regras para IAs e proíbe recursos viciantes para menores

    O governador da Califórnia, Gavin Newsom, sancionou nesta quinta-feira (10) um conjunto de 13 novas leis que alteram as normas para redes sociais e assistentes de inteligência artificial. O objetivo central das medidas é reforçar a proteção de crianças e adolescentes enquanto navegam na internet.

    Entre as determinações, destaca-se a obrigatoriedade de que serviços de IA, como o ChatGPT, Gemini e Claude, implementem protocolos de crise. Essas ferramentas devem ser capazes de agir rapidamente caso identifiquem sinais de que um usuário planeja cometer suicídio.

    Além disso, a nova regulamentação exige que as plataformas digitais disponibilizem ferramentas de controle parental. As empresas também deverão notificar os responsáveis sempre que menores de idade desativarem recursos de segurança configurados em suas contas.

    Tais medidas integram a chamada Lei Adam. A legislação foi batizada em homenagem a Adam Raine, um jovem de 16 anos que, de acordo com o relato de seus pais, tirou a própria vida após receber orientações do ChatGPT.

    No que diz respeito às redes sociais, como TikTok e Instagram, outra lei aprovada nesta quinta-feira veda a oferta de funcionalidades viciantes para usuários com menos de 16 anos. Com a nova regra, as empresas ficam proibidas de utilizar a reprodução automática de vídeos ou de sugerir conteúdos baseados no histórico de navegação desses jovens.

    Uma terceira frente legislativa expandiu a definição do crime de exploração sexual infantil. Agora, também é proibida a divulgação de materiais gerados por IA ou modificados digitalmente que retratem menores de idade em situações de conduta sexual.

    A Califórnia se une a outros estados americanos, como Flórida e Utah, que já implementaram leis para restringir o acesso de crianças e adolescentes à internet e regular o funcionamento de assistentes virtuais.

    Contudo, parte dessas restrições tem sido alvo de disputas judiciais. As plataformas de tecnologia contestam as medidas nos tribunais, alegando que as novas regras podem violar o direito fundamental à liberdade de expressão.

    Com informações do G1

  • Anthropic detecta uso de sua IA para propaganda e armas biológicas

    Anthropic detecta uso de sua IA para propaganda e armas biológicas

    A Anthropic, companhia responsável pela criação da inteligência artificial Claude, revelou ter identificado nações que buscaram utilizar sua tecnologia para a elaboração de propagandas, desenvolvimento de drones de combate e até a criação de possíveis armas biológicas. De acordo com a empresa, todas as tentativas detectadas foram prontamente bloqueadas.

    Esses detalhes foram revelados em um relatório interno ao qual o jornal “The New York Times” obteve acesso. Entre os países mencionados na reportagem do veículo americano estão a Rússia, a China, o Irã e o Iêmen.

    O documento elaborado pela Anthropic detalha diversas formas de uso malicioso de seus modelos de IA. Há, por exemplo, suspeitas de que a China e o Irã tenham utilizado a ferramenta para realizar o monitoramento de opositores políticos que vivem no exílio.

    Um episódio específico destacado no relatório envolve a Rússia. O governo russo teria utilizado o Claude para produzir conteúdos de propaganda que simulavam reportagens jornalísticas reais, com o objetivo de influenciar as eleições ocorridas na Moldávia, país vizinho.

    No que diz respeito às pesquisas biológicas, a reportagem indica que a Anthropic não conseguiu definir se as consultas feitas teriam finalidades legítimas, como o desenvolvimento de vacinas, ou objetivos prejudiciais. Isso ocorre porque os processos técnicos são semelhantes tanto para a evolução da medicina quanto para a fabricação de patógenos perigosos.

    Diante da incerteza sobre a intenção dos usuários, a Anthropic afirmou que a decisão foi interromper a prestação do serviço de IA como uma medida de precaução para evitar riscos globais.

    Apesar das revelações, a empresa optou por não divulgar informações detalhadas sobre os bloqueios relacionados a pesquisas de armas biológicas. Não foram revelados os nomes dos pesquisadores envolvidos, as instituições acadêmicas ou governamentais, os países de origem ou quais agentes biológicos específicos estavam sendo investigados.

    Com informações do G1

  • Dinamarca planeja proibir celulares em escolas e redes sociais para menores

    Dinamarca planeja proibir celulares em escolas e redes sociais para menores

    O governo da Dinamarca pretende implementar a proibição do uso de aparelhos celulares em escolas e centros de ensino médio. A medida foi anunciada pela primeira-ministra Mette Frederiksen nesta quinta-feira (10), complementando os planos do país de vetar o acesso a redes sociais para menores de 15 anos.

    Durante uma coletiva de imprensa, a chefe de governo foi enfática sobre a nova diretriz. “Este governo propõe uma proibição total dos celulares”, declarou Frederiksen.

    De acordo com a proposta, a restrição não ficará limitada apenas ao ambiente de estudo. A proibição será aplicada tanto dentro das salas de aula quanto nos pátios de recreio, abrangendo todos os estudantes, desde o primeiro ano do ensino fundamental até a conclusão do ensino médio.

    A decisão do governo dinamarquês ocorre logo após a publicação dos dados mais recentes do relatório internacional PISA. O documento revelou uma queda acentuada no rendimento escolar dos jovens do país, que atingiram a marca de 478 pontos, ficando ligeiramente abaixo da média europeia, que é de 482 pontos.

    O ministro da Educação, Magnus Heunicke, manifestou preocupação com os índices divulgados na última terça-feira (08). “Os resultados em leitura, matemática e ciências são os piores já registrados”, afirmou o ministro.

    Para a primeira-ministra Mette Frederiksen, existe uma ligação direta entre a queda no aprendizado e o comportamento digital da nova geração. “Estou convencida de que os resultados estão estreitamente relacionados com o fato de que na Dinamarca temos uma das infâncias mais conectadas”, pontuou a governante.

    A primeira-ministra também fez uma reflexão sobre a responsabilidade dos responsáveis. “Nós, adultos, permitimos que as crianças e os jovens passem horas demais por dia em frente a uma tela”, lamentou Frederiksen.

    Vale lembrar que a gestão anterior já havia analisado a possibilidade de legislar sobre o assunto. No entanto, aquele projeto não chegou a ser debatido no Parlamento e possuía um caráter menos rigoroso, prevendo apenas que os conselhos escolares criassem regras próprias para tornar as instituições de ensino espaços livres de celulares.

    Com informações do G1

  • OpenAI resolve problema matemático de 90 anos em apenas 88 horas

    OpenAI resolve problema matemático de 90 anos em apenas 88 horas

    A OpenAI, empresa responsável pela criação do ChatGPT, anunciou na última terça-feira (8) que um de seus sistemas de inteligência artificial conseguiu solucionar um enigma matemático que estava sem resposta há aproximadamente 90 anos.

    O desafio envolve as equações de Navier-Stokes, ferramentas essenciais para compreender a movimentação de gases e líquidos. Na prática, esses cálculos são fundamentais para áreas como a engenharia aeronáutica, a meteorologia e até estudos sobre a circulação sanguínea no corpo humano.

    De acordo com as informações divulgadas pela companhia, a solução foi alcançada em cerca de 88 horas de processamento. Para chegar ao resultado, a empresa utilizou um grupo composto por aproximadamente 10 mil agentes de inteligência artificial que trabalharam de forma simultânea.

    O problema, tecnicamente chamado de existência e suavidade de Navier-Stokes, integra a lista dos sete Problemas do Milênio, definidos pelo Instituto Clay de Matemática no ano 2000. Apesar da importância da descoberta, a OpenAI declarou que não tem a intenção de reivindicar a recompensa financeira vinculada ao desafio.

    Para comprovar a descoberta, a organização disponibilizou em sua página oficial tanto a demonstração matemática quanto uma versão desenvolvida em Lean, que é um software especializado na verificação de provas matemáticas via computador.

    Para entender melhor, as equações de Navier-Stokes explicam como fluidos se comportam, como a água fluindo em tubulações ou o ar circulando em ambientes fechados. Elas se baseiam na segunda lei de Newton, relacionando massa, aceleração e força, tratando o fluido como um meio contínuo para simplificar os cálculos.

    A grande dúvida científica era se, mesmo partindo de um movimento suave, essas equações poderiam prever uma velocidade que crescesse sem limites em um tempo determinado. Esse fenômeno é conhecido como “singularidade”.

    É importante destacar que isso não significa que a água ou o ar atinjam velocidades infinitas na realidade, mas sim que as fórmulas matemáticas deixariam de descrever com precisão o que ocorre na natureza.

    A IA da OpenAI demonstrou que essa singularidade é possível. No modelo apresentado, o fluido inicia em estado de repouso e começa a se mover por uma força externa suave, mantendo a energia total finita, mesmo com a velocidade crescendo sem limites em certa região.

    A empresa revelou que o modelo utilizado começou a ser treinado em 28 de agosto e possui capacidades significativamente superiores ao GPT-6 Astra, permanecendo em fase de aprimoramento.

    Com informações do G1

  • Apple encarece iPhones antigos após lançamento de novos modelos

    Apple encarece iPhones antigos após lançamento de novos modelos

    A Apple promoveu um aumento nos preços de versões anteriores do iPhone nesta quarta-feira (9). A medida ocorreu logo após a apresentação dos novos modelos iPhone Duo, 18 Pro e 18 Pro Max. Com a atualização da tabela, aparelhos que chegaram ao mercado há um ano ficaram até R$ 2.000 mais caros.

    Essa estratégia inverte a prática adotada pela empresa em anos passados, quando os valores de gerações antigas eram reduzidos imediatamente após o anúncio de novos dispositivos.

    O maior reajuste foi aplicado ao iPhone Air, modelo ultrafino lançado em 2025. Até a última terça-feira (8), a versão com 1 TB de armazenamento era comercializada no site oficial da Apple por R$ 13.499,00. Agora, o valor anunciado é de R$ 15.499,00.

    As demais configurações do iPhone Air também subiram R$ 500,00. O modelo de 256 GB passou de R$ 10.499,00 para R$ 10.999,00, enquanto a opção de 512 GB subiu de R$ 11.999,00 para R$ 12.499,00.

    Já os modelos iPhone 16, iPhone 17 e iPhone 17e tiveram acréscimos entre R$ 200,00 e R$ 300,00, dependendo da capacidade de armazenamento escolhida.

    Além disso, a Apple removeu de sua loja virtual as vendas do iPhone 17 Pro, 17 Pro Max e do iPhone 16 Plus. No entanto, esses aparelhos continuam disponíveis para compra em outras lojas de varejo.

    A pressão nos preços é reflexo do custo dos componentes. Em junho, a Apple já havia alertado sobre a necessidade de reajustes devido ao aumento nos custos dos chips de memória.

    “Infelizmente, os aumentos de preços são inevitáveis”, afirmou o então CEO da Apple, Tim Cook, em entrevista ao Wall Street Journal.

    Cook, que deixou o cargo de CEO no início de setembro para ser substituído por John Ternus, explicou que a empresa tentou minimizar os repasses de custos dos fornecedores. Contudo, ele ressaltou que a situação se tornou “insustentável” após reajustes “exorbitantes” de seus parceiros.

    A escassez de chips de memória ocorre porque os fabricantes estão priorizando a produção de componentes mais avançados, destinados a data centers de inteligência artificial.

    Atualmente presidente-executivo do conselho administrativo da Apple, Cook mencionou em junho que, embora os chips de armazenamento fossem um problema, a maior preocupação estava nos chips de RAM.

    A memória RAM (memória de acesso aleatório) é responsável por guardar temporariamente os dados de aplicativos abertos para que o sistema funcione corretamente. Esses componentes não estão apenas em celulares e computadores, mas também em smart TVs, consoles de games, tablets, relógios inteligentes e até carros.

    “Essa é uma enchente que acontece uma vez a cada cem anos”, declarou Cook em junho. “Precisamos, sem dúvida, que os preços e a oferta de memória voltem a níveis razoáveis aos produtos de consumo. Essa é a questão fundamental”.

    Com informações do G1

  • g1 20 anos: IA, robôs e turismo lunar podem marcar a vida até 2046

    g1 20 anos: IA, robôs e turismo lunar podem marcar a vida até 2046

    Como será o cenário tecnológico até o ano de 2046? A possibilidade de robôs, inteligência artificial (IA) e até mesmo férias na Lua podem se tornar realidades comuns no futuro próximo.

    Para ter uma dimensão dessa evolução, basta olhar para trás. Em 2006, ano de fundação do g1, as pautas tecnológicas eram dominadas por temas como o Orkut, o surgimento do Twitter e a expansão da internet banda larga. Naquela época, aparelhos como o Walkman, celulares com câmeras digitais integradas e as câmeras CyberShot eram as grandes novidades do mercado.

    Vinte anos depois, a transformação é evidente. Atualmente, a inteligência artificial é pauta constante, o consumo de conteúdos via internet tornou-se a norma e a rotina da população é moldada pelas redes sociais e seus complexos algoritmos de recomendação.

    Para as próximas décadas, a expectativa é de avanços que, até pouco tempo, pertenciam apenas ao campo da ficção científica. Entre as previsões estão a retomada de viagens tripuladas à Lua e a implementação de robôs que atuarão como assistentes pessoais, auxiliando as pessoas tanto dentro de suas residências quanto em atividades externas.

    Para aprofundar a análise sobre essas tendências, o g1 produziu um vídeo especial que detalha os temas capazes de moldar a inovação e a tecnologia nos próximos anos, conteúdos que continuarão sendo acompanhados pelo portal.

    A fim de compreender as perspectivas do futuro, o g1 consultou Ronaldo Lemos, especialista em inovação e tecnologia, que é fundador e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS-Rio).

    Além das projeções futuras, o especial de 20 anos do g1 convida o público a relembrar as coberturas históricas do site. O acervo inclui desde as primeiras grandes reportagens até a cobertura de crises e tragédias que marcaram o país, como os desastres de Mariana e Brumadinho, além da pandemia de Covid-19.

    O portal também destaca séries especiais sobre a evolução da ciência, como a trajetória em busca da cura para o HIV, reforçando o compromisso com a informação e a memória jornalística ao longo de duas décadas de existência.

    Com informações do G1

  • Apple lança iPhone Duo dobrável e acessórios com preços elevados

    Apple lança iPhone Duo dobrável e acessórios com preços elevados

    Além do lançamento do iPhone Duo, o primeiro smartphone dobrável da Apple que pode custar até R$ 30.999, a empresa apresentou na última quarta-feira (9) novas capas protetoras. Os acessórios também chamaram a atenção do público devido aos valores, que atingem a marca de R$ 1.299.

    A opção mais cara possui um suporte integrado para posicionar o iPhone Duo na horizontal, embora esse modelo específico não permita a utilização da tela externa do dispositivo.

    Disponível nas tonalidades cinza-castanho e azul-marinho, o acessório é produzido com o TechWoven, um tecido exclusivo da marca, e a fixação ao aparelho é feita por meio de ímãs. De acordo com informações do site oficial da Apple, a capinha foi submetida a milhares de horas de testes para assegurar a proteção contra arranhões e quedas.

    A companhia também revelou uma segunda opção de capa, com preço de R$ 829. Este modelo apresenta um dos lados vazados, com um design pensado especificamente para facilitar o uso da tela externa. O acessório é feito de policarbonato, também utiliza conexão magnética e será comercializado nas cores areia e azul-marinho.

    Para os usuários de modelos convencionais do iPhone, a Apple disponibilizou novas versões de alças de pulso e transversais, com preços definidos em R$ 299 e R$ 559, respectivamente.

    O grande diferencial do iPhone Duo em relação aos demais aparelhos da linha é a sua dobradiça. Segundo a fabricante, o componente é composto por 100 peças, desenvolvidas para garantir que a abertura e o fechamento ocorram de forma suave.

    No quesito fotografia, o modelo conta com duas câmeras de 48 megapixels e uma de 12 megapixels na parte externa, além de uma câmera frontal para videochamadas que permanece oculta quando não está sendo utilizada.

    A Apple ressaltou que o iPhone Duo visa aumentar a produtividade. Graças ao tamanho da tela interna, é possível, por exemplo, realizar chamadas de vídeo e abrir apresentações simultaneamente.

    A tela externa, por sua vez, exibe informações rápidas no modo de espera, podendo funcionar como porta-retratos, despertador ou exibir a previsão do tempo.

    Devido ao novo formato, a empresa trouxe de volta o Touch ID (leitor de impressões digitais) para o desbloqueio, diferindo dos modelos tradicionais que utilizam prioritariamente o Face ID.

    O aparelho é construído em titânio e possui a proteção Ceramic Shield contra quedas, além da certificação IP68, que assegura a resistência contra poeira, água e respingos.

    Seguindo a tendência do iPhone Air de 2025, o iPhone Duo não possui entrada para chips físicos, operando exclusivamente com eSIM. O dispositivo estará disponível nas cores céu noturno e branco-estrela.

    No Brasil, a pré-venda começa em 16 de outubro, com entregas a partir do dia 23. Os preços variam entre R$ 21.999 e R$ 30.999, dependendo da capacidade de armazenamento escolhida.

    Com informações do G1

  • Meta testa novo sistema de checagem comunitária na América Latina

    Meta testa novo sistema de checagem comunitária na América Latina

    A Meta informou, nesta quarta-feira (9), que começou a testar as Notas da Comunidade em 16 nações da América Latina que falam espanhol. A iniciativa representa mais um passo para a substituição do modelo de checagem de fatos profissional, que a companhia operava na região por meio de parcerias com entidades especializadas.

    O novo sistema de colaboração em massa foi inspirado na plataforma X, de Elon Musk, e visa substituir a verificação de informações realizada por agências e redações jornalísticas. Vale lembrar que a Meta já havia encerrado esse tipo de programa nos Estados Unidos no ano passado.

    As notas de comunidade funcionam como um mecanismo de moderação coletiva de conteúdo. Na prática, essas notas são exibidas logo abaixo de publicações que possam conter informações enganosas ou imprecisas.

    O X, anteriormente conhecido como Twitter, utiliza essa ferramenta desde 2021, tendo expandido sua implementação em 2022, após a rede social ter sido adquirida pelo bilionário Elon Musk e renomeada.

    Nesse modelo, as notas são redigidas e sugeridas por usuários voluntários, que devem realizar um cadastro prévio. Um ponto importante é que as equipes internas do X não editam esses textos.

    Posteriormente, “outros usuários avaliam se a nota é útil ou não, com base em critérios como a pertinência das fontes e a clareza das informações”, explicou à AFP Lionel Kaplan, presidente da agência de criação de conteúdos em redes sociais Dicenda.

    De acordo com o detalhamento de Kaplan, “se houver avaliações positivas suficientes, a nota aparecerá abaixo do post, fornecendo informações adicionais”.

    Conforme consta no site oficial do X, as avaliações não consideram apenas a quantidade de pessoas que classificaram a publicação como útil ou inútil, mas também analisam se os avaliadores pertencem a diferentes bolhas ou esferas de opinião.

    O funcionamento é comparável ao da Wikipédia. “Nós nos baseamos nos usuários mais ativos de uma rede social ou plataforma para aumentar a qualidade dos conteúdos”, completou Kaplan.

    A Meta, que afirmou que seu novo programa seguirá a lógica do X, defende que esse sistema de moderação comunitária é “menos parcial” do que o processo tradicional de fact-checking.

    Com informações do G1

  • EUA acusam empresas da China de usar IA americana para acelerar sistemas

    EUA acusam empresas da China de usar IA americana para acelerar sistemas

    O governo dos Estados Unidos afirmou, nesta terça-feira (8), que companhias chinesas de inteligência artificial estariam utilizando um método chamado “destilação” para extrair funcionalidades de modelos americanos, visando agilizar a criação de seus próprios sistemas.

    De acordo com autoridades dos EUA, empresas como Alibaba, DeepSeek, Z.ai e Moonshot AI estariam operando essa prática em escala industrial. Os alvos seriam modelos desenvolvidos por gigantes como OpenAI, xAI e Anthropic. O governo americano acredita que tais operações ocorrem com a ciência do governo chinês.

    A técnica de destilação consiste em fazer com que um modelo de IA aprenda a replicar as capacidades de outro sistema através da análise das respostas geradas por ele. Esse processo consegue diminuir tanto o tempo quanto os custos necessários para a criação de novos modelos de inteligência artificial.

    Contudo, para Washington, a aplicação dessa técnica por empresas chinesas ocorre de forma “agressiva, maliciosa e direcionada”, conforme detalhado em um comunicado emitido conjuntamente por órgãos de inteligência e segurança dos Estados Unidos.

    As autoridades americanas sustentam que essa prática permite que a China desenvolva sistemas de IA de maneira mais rápida e barata. Além disso, alertam que o uso dessa metodologia pode auxiliar na expansão de ataques cibernéticos e de capacidades militares do país asiático.

    Este embate acontece pouco antes de reuniões diplomáticas entre Washington e Pequim. Está prevista para este mês a reunião entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping, na qual devem ser discutidos os riscos ligados à segurança da inteligência artificial.

    Em resposta, o governo da China negou as acusações. O Ministério do Comércio chinês declarou que as alegações dos EUA não possuem fundamento legal ou factual, acusando os americanos de utilizarem “dois pesos e duas medidas” para tentar restringir a concorrência chinesa no setor.

    A pasta chinesa argumentou que a destilação é um “método técnico neutro por natureza” e que é amplamente adotada por empresas de IA em todo o mundo, inclusive dentro dos Estados Unidos.

    “Se os EUA usarem a repressão à destilação como pretexto para conter ou suprimir empresas chinesas de IA, a China certamente tomará medidas resolutas em resposta”, declarou o ministério.

    O Ministério das Relações Exteriores da China também solicitou que os Estados Unidos evitem a difamação e as “acusações falsas”. Um porta-voz da pasta destacou que, como potências na área, “China e EUA devem fortalecer a cooperação”.

    A disputa entre as nações é recorrente. Em abril, os Estados Unidos já haviam feito denúncias similares antes de uma viagem de Trump à China. Além disso, a agência Reuters reportou em julho que pesquisadores militares chineses teriam usado resultados de IAs americanas para aprimorar a defesa do país.

    Com informações do G1

  • Apple lança iPhone Duo, seu primeiro dobrável, com preço de até R$ 30.999

    Apple lança iPhone Duo, seu primeiro dobrável, com preço de até R$ 30.999

    A Apple realizou, nesta quarta-feira (9), o lançamento oficial do iPhone Duo, marcando a estreia da empresa no segmento de smartphones dobráveis. Além da novidade, a gigante de tecnologia apresentou ao mercado os modelos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, expandindo sua linha de aparelhos de alta performance.

    O evento de lançamentos não se restringiu apenas aos celulares. A companhia também aproveitou a ocasião para anunciar a chegada dos AirPods 5, além de novas versões do Apple Watch, atualizando seu ecossistema de dispositivos vestíveis e acessórios de áudio.

    No mercado brasileiro, a nova geração de iPhones apresenta uma variação de preços significativa, oscilando entre R$ 11.999,00 e R$ 30.999,00. Essa diferença de valores está diretamente ligada à versão escolhida pelo consumidor e à capacidade de armazenamento interno do dispositivo.

    Para quem busca a opção mais econômica da nova linha, o iPhone 18 Pro com 256 GB é a porta de entrada. Já o topo da tabela de preços é ocupado pelo iPhone Duo na versão de 2 TB, que atinge a marca de R$ 30.999,00, consolidando-se como o aparelho mais caro da marca no país.

    Ao analisar todas as configurações disponibilizadas, o custo médio dos novos aparelhos da Apple gira em torno de R$ 19.400,00. Esse patamar de preço, somado ao design inovador do modelo dobrável, não passou despercebido pelos usuários da internet.

    O iPhone Duo, que possui um valor inicial de R$ 21.999,00 em território nacional, tornou-se rapidamente o centro das atenções nas redes sociais. O custo elevado do produto, aliado ao seu formato diferenciado, motivou a criação de diversas piadas e memes que viralizaram rapidamente entre os internautas.

    A reação do público reflete a surpresa com a estratégia de precificação da Apple para o mercado brasileiro, transformando o lançamento tecnológico em um fenômeno de engajamento digital, onde o humor prevalece diante dos valores apresentados na tabela oficial.

    Com informações do G1