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  • Google lança Googlebook com IA para enfrentar MacBooks da Apple

    Google lança Googlebook com IA para enfrentar MacBooks da Apple

    O Google iniciou nesta segunda-feira (21) a fase de pré-venda do Googlebook. Trata-se de sua nova série de notebooks de categoria premium, desenvolvida especificamente para atender ao público que utiliza o sistema Android.

    Os novos dispositivos contam com a integração da inteligência artificial Gemini e possuem valores iniciais de US$ 899, o que equivale a aproximadamente R$ 4.584,90.

    A fabricação dos modelos iniciais ficará a cargo de marcas consolidadas no mercado, como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo. De acordo com as especificações divulgadas pelo Google, as máquinas serão equipadas com processadores da Intel ou Qualcomm, oferecendo uma autonomia de bateria que pode chegar a 14 horas de uso.

    O lançamento ocorre em um cenário de disputa intensa no setor de computadores portáteis. Recentemente, a Apple expandiu sua atuação no segmento de entrada com o MacBook Neo, modelo que apresenta preços a partir de US$ 699 (cerca de R$ 3.564,90).

    Durante anos, as empresas que produzem Chromebooks focaram em atrair estudantes e consumidores que priorizam aparelhos mais simples e com custo reduzido. Agora, com o Googlebook, a companhia transporta essa estratégia para o mercado premium.

    A proposta do novo aparelho é unir um hardware de maior desempenho a funcionalidades avançadas de inteligência artificial, promovendo uma sincronização mais profunda com o ecossistema Android.

    Dentre as capacidades oferecidas pelo Gemini, destacam-se as ferramentas de auxílio na redação e organização de textos, a possibilidade de realizar consultas sobre informações exibidas na tela e a função de continuar, no notebook, atividades que foram iniciadas em um smartphone Android.

    O Googlebook representa a tentativa mais recente da gigante de tecnologia de consolidar um produto de referência baseado no sistema ChromeOS. A empresa já havia explorado esse caminho anteriormente com o lançamento do Pixelbook, em 2017, e do Pixelbook Go, em 2019.

    As informações foram compiladas com base em dados fornecidos pela agência Reuters.

    Com informações do G1

  • Apple encarece iPhones antigos após lançamento de novos modelos

    Apple encarece iPhones antigos após lançamento de novos modelos

    A Apple promoveu um aumento nos preços de versões anteriores do iPhone nesta quarta-feira (9). A medida ocorreu logo após a apresentação dos novos modelos iPhone Duo, 18 Pro e 18 Pro Max. Com a atualização da tabela, aparelhos que chegaram ao mercado há um ano ficaram até R$ 2.000 mais caros.

    Essa estratégia inverte a prática adotada pela empresa em anos passados, quando os valores de gerações antigas eram reduzidos imediatamente após o anúncio de novos dispositivos.

    O maior reajuste foi aplicado ao iPhone Air, modelo ultrafino lançado em 2025. Até a última terça-feira (8), a versão com 1 TB de armazenamento era comercializada no site oficial da Apple por R$ 13.499,00. Agora, o valor anunciado é de R$ 15.499,00.

    As demais configurações do iPhone Air também subiram R$ 500,00. O modelo de 256 GB passou de R$ 10.499,00 para R$ 10.999,00, enquanto a opção de 512 GB subiu de R$ 11.999,00 para R$ 12.499,00.

    Já os modelos iPhone 16, iPhone 17 e iPhone 17e tiveram acréscimos entre R$ 200,00 e R$ 300,00, dependendo da capacidade de armazenamento escolhida.

    Além disso, a Apple removeu de sua loja virtual as vendas do iPhone 17 Pro, 17 Pro Max e do iPhone 16 Plus. No entanto, esses aparelhos continuam disponíveis para compra em outras lojas de varejo.

    A pressão nos preços é reflexo do custo dos componentes. Em junho, a Apple já havia alertado sobre a necessidade de reajustes devido ao aumento nos custos dos chips de memória.

    “Infelizmente, os aumentos de preços são inevitáveis”, afirmou o então CEO da Apple, Tim Cook, em entrevista ao Wall Street Journal.

    Cook, que deixou o cargo de CEO no início de setembro para ser substituído por John Ternus, explicou que a empresa tentou minimizar os repasses de custos dos fornecedores. Contudo, ele ressaltou que a situação se tornou “insustentável” após reajustes “exorbitantes” de seus parceiros.

    A escassez de chips de memória ocorre porque os fabricantes estão priorizando a produção de componentes mais avançados, destinados a data centers de inteligência artificial.

    Atualmente presidente-executivo do conselho administrativo da Apple, Cook mencionou em junho que, embora os chips de armazenamento fossem um problema, a maior preocupação estava nos chips de RAM.

    A memória RAM (memória de acesso aleatório) é responsável por guardar temporariamente os dados de aplicativos abertos para que o sistema funcione corretamente. Esses componentes não estão apenas em celulares e computadores, mas também em smart TVs, consoles de games, tablets, relógios inteligentes e até carros.

    “Essa é uma enchente que acontece uma vez a cada cem anos”, declarou Cook em junho. “Precisamos, sem dúvida, que os preços e a oferta de memória voltem a níveis razoáveis aos produtos de consumo. Essa é a questão fundamental”.

    Com informações do G1

  • Apple lança iPhone Duo dobrável e acessórios com preços elevados

    Apple lança iPhone Duo dobrável e acessórios com preços elevados

    Além do lançamento do iPhone Duo, o primeiro smartphone dobrável da Apple que pode custar até R$ 30.999, a empresa apresentou na última quarta-feira (9) novas capas protetoras. Os acessórios também chamaram a atenção do público devido aos valores, que atingem a marca de R$ 1.299.

    A opção mais cara possui um suporte integrado para posicionar o iPhone Duo na horizontal, embora esse modelo específico não permita a utilização da tela externa do dispositivo.

    Disponível nas tonalidades cinza-castanho e azul-marinho, o acessório é produzido com o TechWoven, um tecido exclusivo da marca, e a fixação ao aparelho é feita por meio de ímãs. De acordo com informações do site oficial da Apple, a capinha foi submetida a milhares de horas de testes para assegurar a proteção contra arranhões e quedas.

    A companhia também revelou uma segunda opção de capa, com preço de R$ 829. Este modelo apresenta um dos lados vazados, com um design pensado especificamente para facilitar o uso da tela externa. O acessório é feito de policarbonato, também utiliza conexão magnética e será comercializado nas cores areia e azul-marinho.

    Para os usuários de modelos convencionais do iPhone, a Apple disponibilizou novas versões de alças de pulso e transversais, com preços definidos em R$ 299 e R$ 559, respectivamente.

    O grande diferencial do iPhone Duo em relação aos demais aparelhos da linha é a sua dobradiça. Segundo a fabricante, o componente é composto por 100 peças, desenvolvidas para garantir que a abertura e o fechamento ocorram de forma suave.

    No quesito fotografia, o modelo conta com duas câmeras de 48 megapixels e uma de 12 megapixels na parte externa, além de uma câmera frontal para videochamadas que permanece oculta quando não está sendo utilizada.

    A Apple ressaltou que o iPhone Duo visa aumentar a produtividade. Graças ao tamanho da tela interna, é possível, por exemplo, realizar chamadas de vídeo e abrir apresentações simultaneamente.

    A tela externa, por sua vez, exibe informações rápidas no modo de espera, podendo funcionar como porta-retratos, despertador ou exibir a previsão do tempo.

    Devido ao novo formato, a empresa trouxe de volta o Touch ID (leitor de impressões digitais) para o desbloqueio, diferindo dos modelos tradicionais que utilizam prioritariamente o Face ID.

    O aparelho é construído em titânio e possui a proteção Ceramic Shield contra quedas, além da certificação IP68, que assegura a resistência contra poeira, água e respingos.

    Seguindo a tendência do iPhone Air de 2025, o iPhone Duo não possui entrada para chips físicos, operando exclusivamente com eSIM. O dispositivo estará disponível nas cores céu noturno e branco-estrela.

    No Brasil, a pré-venda começa em 16 de outubro, com entregas a partir do dia 23. Os preços variam entre R$ 21.999 e R$ 30.999, dependendo da capacidade de armazenamento escolhida.

    Com informações do G1

  • Apple lança iPhone Duo, seu primeiro dobrável, com preço de até R$ 30.999

    Apple lança iPhone Duo, seu primeiro dobrável, com preço de até R$ 30.999

    A Apple realizou, nesta quarta-feira (9), o lançamento oficial do iPhone Duo, marcando a estreia da empresa no segmento de smartphones dobráveis. Além da novidade, a gigante de tecnologia apresentou ao mercado os modelos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, expandindo sua linha de aparelhos de alta performance.

    O evento de lançamentos não se restringiu apenas aos celulares. A companhia também aproveitou a ocasião para anunciar a chegada dos AirPods 5, além de novas versões do Apple Watch, atualizando seu ecossistema de dispositivos vestíveis e acessórios de áudio.

    No mercado brasileiro, a nova geração de iPhones apresenta uma variação de preços significativa, oscilando entre R$ 11.999,00 e R$ 30.999,00. Essa diferença de valores está diretamente ligada à versão escolhida pelo consumidor e à capacidade de armazenamento interno do dispositivo.

    Para quem busca a opção mais econômica da nova linha, o iPhone 18 Pro com 256 GB é a porta de entrada. Já o topo da tabela de preços é ocupado pelo iPhone Duo na versão de 2 TB, que atinge a marca de R$ 30.999,00, consolidando-se como o aparelho mais caro da marca no país.

    Ao analisar todas as configurações disponibilizadas, o custo médio dos novos aparelhos da Apple gira em torno de R$ 19.400,00. Esse patamar de preço, somado ao design inovador do modelo dobrável, não passou despercebido pelos usuários da internet.

    O iPhone Duo, que possui um valor inicial de R$ 21.999,00 em território nacional, tornou-se rapidamente o centro das atenções nas redes sociais. O custo elevado do produto, aliado ao seu formato diferenciado, motivou a criação de diversas piadas e memes que viralizaram rapidamente entre os internautas.

    A reação do público reflete a surpresa com a estratégia de precificação da Apple para o mercado brasileiro, transformando o lançamento tecnológico em um fenômeno de engajamento digital, onde o humor prevalece diante dos valores apresentados na tabela oficial.

    Com informações do G1

  • Apple apresenta a linha iPhone 18 nesta quarta-feira

    Apple apresenta a linha iPhone 18 nesta quarta-feira

    A Apple promove, nesta quarta-feira (9), o evento oficial de lançamento da nova linha iPhone 18. A cerimônia acontece na sede da companhia, localizada em Cupertino, na Califórnia, onde a empresa costuma detalhar as inovações tecnológicas de seus dispositivos móveis para o mercado global.

    Este lançamento possui um significado estratégico particular para a organização, pois representa o primeiro grande anúncio de produtos sob a liderança do novo CEO, John Ternus. O executivo assumiu o comando da gigante de tecnologia no início de setembro, sucedendo Tim Cook, que esteve à frente da empresa por anos.

    A expectativa do público e de analistas do setor gira em torno das atualizações de hardware e software que acompanham a série 18. Historicamente, a Apple utiliza esses eventos para apresentar melhorias em câmeras, processadores mais eficientes e novas funcionalidades de inteligência artificial, buscando manter a competitividade no saturado mercado de smartphones.

    Para os consumidores brasileiros, especialmente na Região Norte, a expectativa recai sobre a data de chegada dos aparelhos ao país e a política de preços, que costuma variar conforme a cotação do dólar e as taxas de importação. A chegada de novos modelos geralmente impulsiona a movimentação do mercado de seminovos e a atualização de ecossistemas digitais.

    O evento de hoje deve seguir o formato tradicional de apresentações dinâmicas, com demonstrações práticas das capacidades dos novos aparelhos. Além do iPhone 18, é comum que a empresa aproveite a ocasião para anunciar atualizações em outros acessórios e serviços integrados ao seu sistema operacional.

    A cobertura do lançamento segue em tempo real, com a atualização de informações à medida que os detalhes técnicos e os valores de cada modelo forem divulgados oficialmente pela companhia durante a conferência em Cupertino.

    Esta reportagem está em atualização.

    Com informações do G1

  • Apple deve apresentar primeiro iPhone dobrável nesta quarta-feira

    Apple deve apresentar primeiro iPhone dobrável nesta quarta-feira

    A Apple deve anunciar nesta quarta-feira (9) uma das transformações mais significativas no iPhone dos últimos anos. De acordo com informações da Bloomberg e do jornal “The New York Times”, a companhia deve lançar seu primeiro smartphone dobrável.

    A expectativa é que o novo modelo seja revelado durante o evento da Apple, agendado para esta quarta-feira (9), com início às 14h (horário de Brasília). Além da novidade dobrável, a empresa também deve apresentar as demais versões da linha iPhone 18.

    Anteriormente, em 2024, o portal de tecnologia “The Information” já havia reportado que a Apple estaria planejando o lançamento de um aparelho dobrável para o ano de 2026.

    Com a chegada deste modelo, a Apple acompanha uma tendência iniciada anos atrás por concorrentes como a Samsung, que ingressou no segmento de celulares dobráveis em 2019.

    Naquela ocasião, o “The Information” relatou que a Apple estava em busca de fornecedores na Ásia para a produção de componentes do dispositivo, que teria recebido o codinome interno V68. Até o momento, a empresa não comentou oficialmente os rumores.

    Filipe Espósito, especialista que acompanha a trajetória da Apple há 17 anos, acredita que o iPhone dobrável será a principal atração para os consumidores da marca, mesmo que outras fabricantes já utilizem esse formato há mais tempo.

    “O aparelho deverá ter o tamanho similar ao de um passaporte quando fechado, ao mesmo tempo que oferece uma tela do tamanho de um tablet ao ser desdobrado. Isso deve permitir que esse iPhone tenha funcionalidades mais próximas às do iPad, ótimo para produtividade”, avaliou o especialista.

    Segundo Espósito, o custo do novo dispositivo será um dos pontos centrais de atenção. “Vários analistas estimam que o aparelho não chegará por menos de US$ 2.000 no mercado internacional. É um valor alto até mesmo para o público lá fora”, afirmou.

    Confira a trajetória de mudanças do iPhone desde sua estreia:

    2007: Lançamento do primeiro iPhone com tela multitoque;
    2008: Chegada do iPhone 3G com conexão 3G e a App Store;
    2011: Integração oficial da Siri no iPhone 4S;
    2012: Introdução da conexão 4G no iPhone 5;
    2013: Lançamento do sensor de impressão digital (Touch ID) no iPhone 5S;
    2017: Implementação do carregamento sem fio a partir do iPhone 8;
    2018: iPhone XS Max apresenta a maior tela da história da linha;
    2020: iPhone 12 retoma design do iPhone 4 e introduz a conexão 5G;
    2022: iPhone 14 Pro e Pro Max trazem a Ilha Dinâmica (Dynamic Island);
    2023: Substituição da conexão Lightning pelo padrão USB-C;
    2025: Reformulação do design da linha Pro e lançamento do iPhone Air, modelo ultrafino.

    Com informações do G1

  • Apple deve apresentar iPhone 18 dobrável nesta quarta-feira

    Apple deve apresentar iPhone 18 dobrável nesta quarta-feira

    A Apple está prestes a dar um passo significativo em sua linha de smartphones com o aguardado lançamento do iPhone 18. De acordo com informações recentes, a gigante da tecnologia deve apresentar nesta quarta-feira o seu primeiro modelo de celular dobrável, marcando a entrada da empresa em um segmento já explorado por concorrentes diretos.

    O design do novo aparelho foi planejado para oferecer versatilidade ao usuário. Quando fechado, o dispositivo deve apresentar um tamanho bastante compacto, aproximando-se das dimensões de um passaporte, o que facilita o transporte no bolso ou em bolsas pequenas, atendendo à demanda por portabilidade.

    Por outro lado, a grande inovação reside na abertura do aparelho. Ao expandir a tela, o iPhone 18 dobrável deve se transformar em um dispositivo com dimensões semelhantes às de um tablet. Essa característica visa otimizar a produtividade e o consumo de mídia, permitindo que o usuário visualize mais conteúdo simultaneamente ou utilize aplicativos de edição com maior conforto visual.

    A expectativa do mercado é que a Apple utilize tecnologias de ponta para minimizar a marca da dobra na tela, um dos maiores desafios da engenharia de displays flexíveis. Além disso, espera-se que a integração entre o hardware dobrável e o ecossistema iOS seja aprimorada para oferecer transições fluidas entre os modos compacto e expandido.

    Embora a empresa mantenha o sigilo habitual sobre as especificações técnicas detalhadas, o lançamento é visto como uma resposta estratégica para manter a competitividade global. O público brasileiro, especialmente os entusiastas de tecnologia nas capitais do Norte e de todo o país, aguarda a confirmação de preços e a data de disponibilidade no mercado nacional.

    A apresentação desta quarta-feira deve detalhar não apenas o design, mas também as capacidades de processamento e a autonomia da bateria, pontos cruciais para aparelhos que utilizam telas maiores e mecanismos de dobragem complexos.

    Com informações do G1

  • Apple revela salários de Tim Cook e John Ternus após mudança no comando

    Apple revela salários de Tim Cook e John Ternus após mudança no comando

    Com o encerramento do ciclo de Tim Cook como líder máximo da Apple no início desta semana, a companhia divulgou os detalhes financeiros da nova estrutura de comando. A empresa detalhou a remuneração do executivo em sua nova função e os ganhos do novo CEO, John Ternus.

    Tim Cook, que integra a Apple desde 1998 e atuava como CEO desde 2011, assumiu agora o cargo de presidente-executivo do conselho administrativo. Mesmo fora da gestão direta, ele continuará coordenando pautas estratégicas, incluindo a interlocução da empresa com governos.

    Nesta nova posição, Cook terá um salário anual de US$ 2 milhões (R$ 10 milhões). Além disso, há uma bonificação com valor-alvo de US$ 45 milhões (R$ 230 milhões), a ser distribuída ao longo de quatro anos.

    Já John Ternus, que ingressou na companhia em 2001, ocupava a vice-presidência sênior de Engenharia de Hardware nos últimos cinco anos. Agora, como CEO, ele assume a responsabilidade total pela gestão operacional e cotidiana da Apple.

    A remuneração de Ternus inclui um salário anual de US$ 3 milhões (R$ 15 milhões) e um bônus com valor-alvo de US$ 55 milhões (R$ 280 milhões) para o período de quatro anos. O executivo também recebeu US$ 2,5 milhões (R$ 12,8 milhões) em ações referentes ao seu tempo como CEO no ano fiscal de 2026.

    As informações foram publicadas em documentos enviados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), procedimento obrigatório para empresas com ações listadas em bolsa.

    Sobre a bonificação milionária, o pagamento prevê a entrega de ações durante quatro anos. Parte desse valor está condicionada ao desempenho da Apple em comparação com as demais empresas do S&P 500, o principal índice das bolsas americanas.

    Para John Ternus, 75% do bônus total depende do retorno das ações da Apple, enquanto para Cook, esse critério representa 50% da bonificação. Ambos atingirão o valor-alvo se a Apple superar o desempenho de 55% das companhias do S&P 500.

    Se a empresa ultrapassar o desempenho de 85% das outras companhias, Ternus e Cook poderão receber até o dobro do valor-alvo da bonificação por performance. A parte restante das ações — 25% para Ternus e 50% para Cook — está ligada à permanência no cargo, com aquisições semestrais por quatro anos.

    A Apple informou em abril que a troca de comando faz parte de um plano de sucessão elaborado ao longo de vários anos, ocorrendo poucos meses após a empresa completar 50 anos de existência.

    Durante sua gestão, Cook liderou a criação do Apple Watch, Apple Vision Pro e serviços como iCloud e Apple Music. Sob seu comando, o valor de mercado da empresa saltou mais de 1.000%, atingindo a marca de US$ 4 trilhões (R$ 20 trilhões).

    Em mensagem aos colaboradores obtida pela Bloomberg, Cook expressou gratidão: “É um momento que sempre soube que chegaria um dia, e ainda assim é difícil acreditar que chegou”.

    Ternus, por sua vez, teve participação fundamental no desenvolvimento de iPads e AirPods. Recentemente, ele foi o responsável pela reformulação do iPhone 17 e pelo lançamento do iPhone Air, a versão com design mais fino.

    Com informações do G1

  • Apple é processada em R$ 15 bilhões por regras de rastreamento no Reino Unido

    Apple é processada em R$ 15 bilhões por regras de rastreamento no Reino Unido

    A Apple está enfrentando uma ação judicial em Londres que pode custar £ 2 bilhões, valor aproximado a R$ 14,9 bilhões. O processo foi movido em nome de desenvolvedores de aplicativos que acusam a gigante de tecnologia de abusar de sua posição dominante no mercado ao estabelecer normas de rastreamento mais rigorosas para empresas terceiras.

    A ação foi protocolada nesta quinta-feira (3) junto ao Tribunal de Apelação da Concorrência de Londres (Competition Appeal Tribunal). O caso é o resultado de anos de fiscalização regulatória sobre o App Tracking Transparency (ATT), uma funcionalidade de privacidade lançada pela Apple no ano de 2021.

    De acordo com a Apple, a criação do recurso teve como objetivo permitir que os próprios usuários decidam se autorizam ou não que os aplicativos monitorem suas atividades em outros sites e apps de terceiros.

    Por outro lado, os advogados que lideram o processo sustentam que a ferramenta impôs exigências muito mais severas aos desenvolvedores externos do que aos serviços da própria Apple. Segundo a acusação, isso teria gerado uma vantagem competitiva injusta para o sistema de publicidade da companhia.

    Ann Pope, ex-alta funcionária da Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA) e responsável pela ação, declarou que a política da Apple “causou prejuízos muito significativos às empresas que dependem da Apple como guardiã de acesso ao mercado”.

    Em comunicado, Pope reforçou a importância da medida: “Esta ação é importante para proteger os direitos das empresas britânicas que dependem da Apple, garantir que as regras aplicadas pela empresa sejam justas e compensar as perdas sofridas pelas companhias britânicas”.

    Até o momento, a Apple não comentou oficialmente sobre o novo processo, embora já tenha defendido anteriormente que o App Tracking Transparency oferece “importantes proteções à privacidade”.

    O recurso ATT já vem sendo alvo de diversas investigações em solo europeu. Na Alemanha, por exemplo, a Apple concordou no mês passado em modificar as normas sobre a utilização de dados pessoais para publicidade direcionada por desenvolvedores.

    Na ocasião, a autoridade de concorrência alemã acusou a empresa de abuso de poder de mercado. As críticas partiram da Meta, dona do Facebook, além de anunciantes, editoras e desenvolvedores cujos modelos de negócio dependem do rastreamento para a venda de publicidade.

    Além da Alemanha, órgãos reguladores de países como França, Itália e Polônia também já investigaram o funcionamento do sistema de transparência de rastreamento da Apple.

    Com informações do G1

  • Apple é processada nos EUA por uso indevido de patentes de reconhecimento facial

    Apple é processada nos EUA por uso indevido de patentes de reconhecimento facial

    A Apple tornou-se alvo de um processo judicial nos Estados Unidos nesta quinta-feira (3). A ação foi movida pela BASF, companhia química de origem alemã, que alega que a gigante da tecnologia infringiu patentes relacionadas ao sistema de autenticação facial presente em diversos modelos de iPad e iPhone.

    De acordo com a denúncia, a trinamiX, que opera como subsidiária da BASF, dedicou a última década ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para corrigir falhas comuns em sistemas de reconhecimento facial convencionais. Essas vulnerabilidades, segundo a empresa, permitem que aparelhos sejam desbloqueados indevidamente por meio de fotografias, réplicas de silicone ou máscaras impressas em 3D.

    O documento jurídico detalha que a Apple não teria utilizado a tecnologia patenteada da BASF no momento do lançamento do Face ID, recurso introduzido em 2017 com o iPhone X. No entanto, a acusação aponta que a fabricante passou a incorporar a tecnologia em produtos mais recentes, citando especificamente o iPhone 15, iPhone 16, iPhone 17 e o iPad Pro.

    “A Apple sabia, ou deveria saber, da alta probabilidade de que a atualização de seus iPhones e iPads para incorporar o Face ID usando detecção de material e pele” infringisse sete patentes da trinamiX, ​​causando “danos substanciais e prejuízos irreparáveis”, afirma a queixa apresentada à Justiça.

    O caso será julgado pelo Tribunal Distrital dos EUA, localizado em Midland, Texas. A BASF busca a suspensão de novas violações de suas patentes, além de uma indenização financeira por danos, cujo valor ainda não foi especificado no processo.

    Até o momento, a Apple não enviou respostas aos pedidos de comentários sobre a ação judicial.

    Os números financeiros da empresa reforçam a escala do impacto. Entre o quarto trimestre de 2025 e o segundo trimestre de 2026, a dona do iPhone registrou vendas de US$ 196,5 bilhões (aproximadamente R$ 1 trilhão) em iPhones e US$ 21,7 bilhões (cerca de R$ 110 bilhões) em iPads.

    Sobre a origem da tecnologia, a BASF relata que a trinamiX surgiu em 2010. Na época, cientistas que realizavam pesquisas sobre células solares orgânicas fizeram descobertas fortuitas que permitiram a criação dos primeiros protótipos de câmeras tridimensionais.

    Em 2014, a BASF formalizou a criação da subsidiária como uma unidade independente, focada no desenvolvimento de materiais e tecnologias avançadas de sensoriamento 3D. Atualmente, a trinamiX possui mais de 800 patentes concedidas ou em processo de análise ao redor do mundo, conforme consta na denúncia.

    Com informações do G1